Funções Executivas: Qual a sua importância?

Funções executivas
As funções executivas são as habilidades cognitivas necessárias para controlar nossos pensamentos, nossas emoções e nossas ações. Esse tema propõe entender melhor como elas se desenvolvem, seu papel e seu impacto na vida social, afetiva e intelectual desde a infância até a idade adulta.

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Qual é sua importância?

As funções executivas são as habilidades cognitivas necessárias para controlar e regular nossos pensamentos, emoções e ações. Alguns estudiosos fazem uma distinção entre o componente “frio” das funções executivas, que envolve estritamente as habilidades cognitivas (por exemplo, a capacidade de fazer cálculos apenas com a mente), e o componente “quente”, que reflete a capacidade de regular as emoções (por exemplo, a capacidade de controlar a raiva).

As funções executivas podem ser divididas em três grandes categorias de competências:

Autocontrole: A capacidade de resistir à uma tentação para poder fazer aquilo que é certo. Essa capacidade ajuda as crianças a prestar atenção, agir menos impulsivamente e a manter a concentração numa tarefa.
Memória de trabalho: A capacidade de manter as informações na mente, onde elas podem ser manipuladas. Essa habilidade é necessária para realizar tarefas cognitivas, tais como estabelecer uma relação entre dois assuntos, fazer cálculos apenas com a mente e estabelecer uma ordem de prioridade entre várias tarefas.
Flexibilidade cognitiva: A capacidade de usar o pensamento criativo e ajustes flexíveis para se adaptar às mudanças. Essa habilidade auxilia as crianças a utilizar sua imaginação e criatividade para resolver problemas.
As habilidades associadas às funções executivas são extremamente importantes para o desenvolvimento tal como exemplificado pelo fato de que as diferenças iniciais nas funções executivas prognosticam ao longo do tempo resultados significativos no desenvolvimento, incluindo o desempenho escolar, os comportamentos relativos à saúde e o ajustamento social.

O que sabemos?

O desenvolvimento do potencial máximo das funções executivas é um processo que exige tempo e isso se explica, em parte, pela lentidão do amadurecimento do córtex pré-frontal. As alterações nas funções executivas são aparentes quando as crianças se tornam capazes de manter em mente os objetivos importantes (por exemplo, terminar o dever de casa ao invés de assistir à televisão). Observam-se melhorias nas funções executivas também quando as crianças desenvolvem a capacidade de analisar seu ambiente para decidir qual o plano de ação apropriado (por exemplo, estudar hoje à noite é essencial para a obtenção de uma boa nota no exame do dia seguinte). Um desenvolvimento deficitário das funções executivas pode explicar por que as crianças, muitas vezes, parecem teimosas quando, por exemplo, se recusam a seguir instruções lógicas, como usar uma touca no inverno. As crianças oriundas de famílias pobres estão particularmente numa situação de risco de terem dificuldades associadas a um nível de funções executivas deficiente.

Considerando o longo processo de amadurecimento das habilidades associadas às funções executivas, as crianças são extremamente sensíveis a experiências cedo na vida que possam dificultar ou reforçar suas habilidades. O estresse, por exemplo, pode ser tão prejudicial às funções executivas de uma criança pequena a ponto de levar a um diagnóstico errôneo de TDAH. Por outro lado, as experiências reforçadoras, tais como uma relação pais-filho positiva, podem proteger as crianças contra os efeitos negativos de circunstâncias estressantes, como uma vida difícil do ponto de vista econômico e, consequentemente, melhoram o funcionamento executivo. Os filhos de pais receptivos que utilizam métodos brandos de disciplina, ao invés de severa, e que incentivam a autonomia de seus filhos também tendem a ter melhores habilidades da função executiva.

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Um nível mais elevado de funcionamento executivo está vinculado a diversos aspectos positivos, tais como competência nos domínios social, emocional e escolar. Na verdade, ele prognostica o êxito nos primeiros anos de escolaridade, mais do que a inteligência, e a aprendizagem precoce de leitura e aritmética. As habilidades das funções executivas permitem que as crianças lidem melhor com seu ambiente em constante mudança, o que pode ser especialmente importante para crianças em desenvolvimento em ambientes de alto risco. A eficiência das funções executivas prediz a saúde, a prosperidade econômica e um baixo número de atos criminosos posteriormente na vida. Alguns componentes específicos das funções executivas também são responsáveis pela capacidade das crianças de entender o que as outras pessoas estão pensando. Por exemplo, o conflito de resposta-funcionamento executivo é um elemento claramente preditivo da compreensão de falsas crenças nas crianças, isto é, a noção de que as outras pessoas podem ter uma visão do mundo diferente da nossa, que é uma habilidade necessária para o sucesso das interações sociais.

Se, por um lado, um nível elevado de funcionamento executivo está associado a diversos benefícios, o funcionamento executivo deficiente é uma das características de vários distúrbios tais como TDAH, problemas de comportamento, dificuldades de aprendizagem, autismo e depressão. Além disso, é provável que os problemas associados ao funcionamento executivo nos primeiros anos de vida também continuem ao longo da infância e da adolescência.

O que pode ser feito?

Ajudar as crianças em idade pré-escolar a melhorar suas funções executivas apresenta vários benefícios. Os programas de intervenção voltados para o treinamento das funções executivas são eficientes para melhorar o êxito escolar das crianças e suas competências sócio-emocionais, e podem levar a mudanças nos circuitos cerebrais. Além disso, uma intervenção precoce pode atenuar a rapidez e as dificuldades associadas com distúrbios tais como TDAH e problemas comportamentais. O treinamento do funcionamento executivo não exige altos recursos financeiros e pode ser executado em salas de aula comuns com crianças a partir dos 4 ou 5 anos de idade. As modificações nos currículos escolares das crianças pequenas deveriam incluir atividades agradáveis e desafiadoras voltadas para a autorregulação. Yoga, música, aeróbica, dança, meditação, artes marciais, e contar histórias são exemplos de atividades que podem ajudar a melhorar as habilidades de funcionamento executivo fundamentais. Na sala de aula, as crianças devem passar mais tempo em atividades de aprendizagem ativa e em pequenos grupos, e menos tempo em atividades com grupos grandes. As crianças com um nível de funcionamento executivo mais elevado necessitam de um número menor de intervenções negativas dos professores, o que contribui para criar um ambiente livre de estresse que ajuda ainda mais o desenvolvimento das funções executivas. As crianças pequenas também devem ser encorajadas a participar de brincadeiras mais elaboradas, como jogos de faz-de-conta social, onde elas aprendem a representar papéis e a se adaptar a uma trama em constante transformação.

Além disso, é essencial entender que as habilidades de funcionamento executivo são adquiridas gradualmente ao longo do tempo e que até mesmo uma criança altamente motivada pode ter dificuldades com instruções, tais como não comer um biscoito antes do jantar, ou manter a concentração durante um período prolongado.

Por J.Bruce Morton, PhD
Fonte:Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância

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TIPOS DE MEMÓRIA: Estratégias para melhorar a memorização

TRANSTORNOS DE MEMÓRIA O trabalho prioritário do nosso cérebro é nos mantermos vivos. Qualquer ameaça ativa o sistema de memória. Algumas informações são acionadas na nossa memória sem que a gente perceba. Ex: dirigir um carro. Para a aprendizagem temos que usar a nossa memória de curto prazo e a nossa memória de longo prazo.

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Na verdade temos vários tipos de memória.

A memória visual imediata permite a criança reconhecer imediatamente os estímulos apresentados. Quando ele é pobre, a criança não consegue reter as informações. Ela se torna necessária para a ortografia.

Quando a memória auditiva é deficitária as crianças não conseguem seguir instruções longas, onde as instruções devem ser dadas em partes. Estas crianças acabam tendo dificuldades para recordar certas palavras , usualmente dizem “essa coisa” no lugar da palavra.

A memória auditiva imediata para letras e números é uma destreza do hemisfério esquerdo e, memorizar ritmos, melodias, tom e inflexão de voz são destrezas do lado direito. Para memorizar as combinações de letras com os sons é uma destreza que exige ação de ambos os hemisférios.

Existe também a memória cinestésica ande a criança necessita tocar para aprender e poder reter a informação.

O processo de memorização passa por quatro fases:

Fixação ou registro das lembranças – apreensão perceptiva do fato onde a motivação, a atenção e a afetividade fazem toda a diferença.
Armazenamento – o que é percebido é comparado com outras informações e armazenado.
Evocação – se faz uso das lembranças de forma espontânea e voluntária quando se torna consciente com uma determinada finalidade.
Reconhecimento
– que é a identificação da lembrança evocada.
O nosso cérebro é inimigo da incoerência. O que não tem significado não fica armazenado.

A memória visual é básica para a aprendizagem da leitura e da escrita. Quando a memória visual imediata é deficitária, temos que buscar outras estratégias para compensar este déficit.

Quando a memória auditiva é deficitária, o aluno tem dificuldades em seguir as instruções.

Hipocampo

Hipocampo

TIPOS DE MEMÓRIA:

Memória de curto prazo (memória imediata ou memória de trabalho).
Memória de longo prazo que é dividida em:
Memória sensorial: (auditiva e visual);
Memória declarativa: (memória explícita que é o que a gente recorda);
Memória episódica: (memória biográfica que guarda dados do acontecido em um determinado espaço e tempo);
Memória semântica: (memória geral para fatos do mundo, regras e tabuadas);
Memória processual: ( memória para habilidades e hábitos).

PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO:

Registro ou memória sensorial – a informação é captada pelos sentidos e são selecionadas com base na importância. Se não fosse assim, nós teríamos um curto circuito no nosso cérebro.
Memória de curto prazo – a informação que não foi descartada fica para ser usada na memória de trabalho. A memória imediata é acionada por cerca de 30 segundos para que possamos determinar a sua importância.
Depois que a memória de trabalho reuniu, separou e trabalhou as informações, ela vai ser armazenada em outro local.

ESTRATÉGIAS PARA AS DIFICULDADES DE MEMÓRIA:

A memória depende da retenção. Esta se refere ao processo pela qual a memória a longo prazo preserva uma aprendizagem de maneira que possa ser localizada, identificada e relembrada de forma precisa no futuro.

O grau de atenção do indivíduo, a duração desta, o tipo de prática que teve e a influência das atividades passadas vão influenciar diretamente na memória.

Para ajudar o aluno podemos usar técnicas de memorização, organizar a informação por categorias, memorizar listas, utilizar música e ritmo para ensinar a tabuada, usar sinais de trânsito para ensinar pontuação, ressaltar aspectos importantes em um texto ou exercício com cores diferentes, usar estratégias orais, auditivas e cinestésicas para introduzir um conteúdo, realizar repetição de exercícios, realizar conexões e associações a alguma palavra conhecida, reduzir a quantidade de informação apresentar as informações de várias maneiras.

ESTRATÉGIAS PARA AS DIFICULDADES DE MEMÓRIA VISUAL:

Apresentar objetos com figuras, concretos e manuseáveis.
Dar cartões com formas para copia.
Dar cartões com seqüência de letras e números para cópia.
Mostrar figuras, pedir que identifique e organize por categorias.
Jogos de esconder pessoas e objetos para relembrar o que foi retirado.
Jogos de encontrar semelhanças entre palavras, comparar palavras pequenas e grandes, associar palavras a desenhos, formar outras palavras usando letras da palavra anterior.
Devemos tomar cuidado pois, se a memória visual é pobre, todos os tipos de memória estão comprometidos.

ESTRATÉGIAS PARA AS DIFICULDADES DE MEMÓRIA AUDITIVA:

Atraia a atenção da criança chamando-a pelo nome;
Mantenha contato visual;
Encurte as frases e limite-se a elementos mais importantes;
Coloque ênfase nas palavras chaves;
Não dê muita informação de uma vez só;
Peça para ela uma curta repetição da instrução;
Ensine a criança a verbalizar o que ela vai fazer (primeiro, depois, por último);
Evite falar em um só tom e varie o tom, volume e ritmo da fala e ajude o aluno usando a instrução também pela via visual e cinestésica.

ESTRATÉGIAS PARA AS DIFICULDADES DE MEMÓRIA AUDITIVA:

Brincar de eco com três tons;
Repetição de seqüência com palmas e batidas;
Dar duas a três instruções para que a criança execute;
Brincar com frases aumentando o tamanho;
Brincar de restaurante servindo as sobremesas na ordem certa;
Memorizar poesias, canções e rimas;
Dizer uma série de palavras, ler uma história ou mostrar um desenho descrevendo-a em detalhes e, após, pedir para o aluno desenhar;
Brincar de mensageiro, telefone sem fio, lista de cores para a criança repetir, usar gráficos de palavras, brincar de meu tio foi viajar.
Estratégias para melhorar a atenção auditiva e visual:
Jogo do despertador (procurar o relógio), jogo da corrente com a letra inicial e final e telefone sem fio;
Colocar objetos e pedir que a criança descreva este. Ir aumentando o número de objetos, colocar e tirar objetos pedindo que a criança diga o que falta e o que foi colocado, dar letras móveis e pedir que escreva coisas que estão presentes na sala, trocar as crianças de posição e pedir que ela diga quem trocou de lugar;
Marcar as figura iguais a do modelo e procurar usar letra como: p,b,d,q,u,n,m,e,a,f,j,g e figuras geométricas com posições diferenciadas;

ATIVIDADES PARA ESTIMULAR A MEMÓRIA

Tente dizer a cor de cada palavra (não a que está escrita). Será que consegue? Esse exercício, conhecido como teste de Stroop, ajuda a tirar as teias de aranha do nosso cérebro.

 Teste de Stroop

Teste de Stroop


SETE PASSOS PARA TURBINAR A SUA MEMÓRIA

Exercício físico, alimentação e uma boa noite de sono: esses são alguns dos itens fundamentais para aumentar a sua capacidade de gravar informações.

Ler livros é uma das atividades que estimulam o cérebro e ajudam no armazenamento de informações.

Assim como os músculos do nosso corpo, que quanto mais a gente usa mais fortes ficam, o cérebro também precisa de exercícios frequentes para ficar em forma. Ler, aprender novas línguas, fazer palavras cruzadas e até tomar banho de olhos fechados ajuda (e muito) a melhorar o desempenho da nossa memória e a acabar com aqueles brancos que fazem a gente passar o maior mico ou perder um tempão. Ou seja, o segredo é tirar o nosso cérebro da zona de conforto e desafiá-lo a toda hora.

O QUE FAZER PARA FICAR COM A CABEÇA FUNCIONANDO A MIL

1. Saia do automático
O cérebro gosta de novidades! ‘Tente mudar o caminho, tomar banho de olhos fechados ou comer com os talheres em mãos trocadas”, ensina Antônio Carlos Perpétuo, presidente fundador do Supera, rede de academias de ginástica cerebral.

2. Pratique exercícios
Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que a atividade física diminui a viscosidade do sangue, o que contribui para aumentar o fluxo sanguíneo cerebral, melhorando a capacidade de aprendizado e a memória.

3. Durma bem
Durante o sono, ocorre uma restauração do sistema nervoso central, que é quando os neurônios conseguem passar adequadamente informações entre eles. Descanse pelo menos oito horas.

4. Evite o estresse
Muitos dos lapsos de memória que temos – esses esquecimentos bobos, como “o que é que eu ia fazer mesmo?” – estão diretamente relacionados ao estresse e ao cansaço. A dica aqui é relaxar e tentar levar uma vida mais tranquila.

5. Mantenha o foco
Entre os jovens, o principal motivo das falhas de memória é a falta de atenção. Com essa mania de fazer tudo ao mesmo tempo, acabamos não nos concentrando e daí surgem os esquecimentos como ‘será que eu fechei a porta?’. A dica é prestar atenção ao que está fazendo!

6. Jogue, leia, faça palavras cruzadas…
“Atividades intelectuais diversificadas ajudam a memória a estabelecer estratégias mais eficientes de armazenamento e busca”, diz Paulo Bertolucci, neurologista da Escola Paulista de Medicina da Unifesp.

7. Coma bem
É importante uma dieta bem balanceada, que forneça os nutrientes nas quantidades adequadas e ajude o cérebro a funcionar melhor. Veja alguns alimentos que prometem turbinar a memória no quadro ao lado.

Fonte:
Atividades Para Educação Especial
MDMulher

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Funções Cognitivas Básicas: A importância dos recursos didáticos

A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS DIDÁTICOS NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Podemos considerar como recursos didáticos, todo o material utilizado como auxílio e suporte ao processo de escolarização de alunos que apresentam déficit cognitivo. Uma sala com recursos didáticos variados é mais motivadora e menos cansativa.

Quando pensamos em uma atividade, como educadores, temos um esquema e um objetivo claro e definido em nossa mente. Contudo, se não levarmos em conta as habilidades, competências, interesses e possibilidades dos nossos alunos pode ser que este esquema que elaboramos não esteja de acordo com o esquema deste aluno.

Alunos com déficit cognitivo necessitam de estratégias de aprendizagem diferenciadas pois uma atividade elaborada para um aluno pode não funcionar com outro. O ser humano é único.

Para quem apresenta déficit cognitivo, é mais fácil adquirir habilidades e construir conceitos e conhecimentos através de atividades relacionadas com a sua realidade, com o uso de recursos didáticos diferenciados, o aluno passa a ser o protagonista da sua aprendizagem.

A aprendizagem é um processo interno e pessoal que implica na construção ativa do conhecimento e que progride no tempo de acordo com os interesses e capacidades de cada um.

Os materiais utilizados devem proporcionar condições do aluno associar uma nova informação ao que já sabe, ou seja, quando consegue associar o novo conhecimento a um aspecto importante da estrutura do conhecimento que ele já possui.

O material escolhido precisa ter uma sequência lógica, com conceitos relevantes e com uso de organizadores para servir de ancoradouro para apoiar os conhecimentos apresentados.

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APRENDIZAGENS UNIVERSAIS BÁSICAS E FUNÇÕES COGNITIVAS BÁSICAS

Para que um aluno possa se alfabetizar ele tem que ter habilidades, competências e conhecimentos básicos.

As aprendizagens universais básicas são:

– integração do esquema corporal: conhecimento das partes e detalhes do corpo, memorização da imagem corporal, lateralização do esquema corporal, reconhecimento de direita e esquerda em si mesmo, no espaço e nos outros;

– motricidade estática: equilíbrio estático, equilíbrio e controle postural, independência segmentar do corpo e interiorização do corpo em movimento;

– motricidade dinâmica equilíbrio dinâmico, controle de movimentos, coordenação e movimentos, interiorização do corpo em movimento e automatização dos movimentos usados;

– motricidade manual: independência segmentar do braço, dos braços e pernas, controle dos movimentos manuais, coordenação dos movimentos manuais e coordenação mão/pé, mão/olho.

Associado a isto, temos que pensar no desenvolvimento das funções cognitivas básicas que são:

– identificação;

– pareamento;

– quantidade;

– relação espacial;

– relação temporal;

– figura fundo;

– ordem e sequência;

– classificação;

– comparação;

– memória;

– associação de ideias;

– análise e síntese;

– linguagem;

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Fonte: Atividades Para Educação Especial
atividadeparaeducacaoespecial.com

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Neurociência: emoção interfere no processo de retenção de informação

Neurociência: como ela ajuda a entender a aprendizagem
Por Fernanda Salla
A emoção interfere no processo de retenção de informação. É preciso motivação para aprender. A atenção é fundamental na aprendizagem. O cérebro se modifica em contato com o meio durante toda a vida. A formação da memória é mais efetiva quando a nova informação é associada a um conhecimento prévio. Para você, essas afirmações podem não ser inovadoras, seja por causa da sua experiência em sala, seja por ter estudado Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896- 1934), Henri Wallon (1879-1962) e David Ausubel (1918-2008), a maioria da área da Psicologia cognitiva. A novidade é que as conclusões são fruto de investigações neurológicas recentes sobre o funcionamento cerebral.

“O que hoje a Neurociência defende sobre o processo de aprendizagem se assemelha ao que os teóricos mostravam por diferentes caminhos”, diz a psicóloga Tania Beatriz Iwaszko Marques, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), estudiosa de Piaget. O avanço das metodologias de pesquisa e da tecnologia permitiu que novos estudos se tornassem possíveis. “Até o século passado, apenas se intuía como o cérebro funcionava. Ganhamos precisão”, diz Lino de Macedo, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), também piagetiano. Mas é preciso refletir antes de levar as ideias neurocientíficas para a sala.

A Neurociência e a Psicologia Cognitiva se ocupam de entender a aprendizagem, mas têm diferentes focos. A primeira faz isso por meio de experimentos comportamentais e do uso de aparelhos como os de ressonância magnética e de tomografia, que permitem observar as alterações no cérebro durante o seu funcionamento. “A Psicologia, sem desconsiderar o papel do cérebro, foca os significados, se pautando em evidências indiretas para explicar como os indivíduos percebem, interpretam e utilizam o conhecimento adquirido”, explica Evelyse dos Santos Lemos, pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e especialista em aprendizagem significativa, campo de estudo de Ausubel.

As duas áreas permitem entender de forma abrangente o desenvolvimento da criança. “Ela é um ser em que esses fatores são indissociáveis. Por isso, não pode ser vista por um único viés”, diz Claudia Lopes da Silva, psicóloga escolar da Secretaria de Educação de São Bernardo do Campo e estudiosa de Vygotsky.

Sabemos, por exemplo, com base em evidências neurocientíficas, que há uma correlação entre um ambiente rico e o aumento das sinapses (conexões entre as células cerebrais). Mas quem define o que é um meio estimulante para cada tipo de aprendizado? Quais devem ser as intervenções para intensificar o efeito do meio? Como o aluno irá reagir? “A Neurociência não fornece estratégias de ensino. Isso é trabalho da Pedagogia, por meio das didáticas”, diz Hamilton Haddad, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da USP. Como, então, o professor pode enriquecer o processo de ensino e aprendizagem usando as contribuições da Neurociência?

Para o educador português António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa, responder à questão é o grande desafio do século 21. “A estrutura educacional de hoje foi criada no fim do século 19. É preciso fazer um esforço para trazer ao campo pedagógico as inovações e conclusões mais importantes dos últimos 20 anos na área da ciência e da sociedade”, diz.

Ao professor, cabe se alimentar das informações que surgem, buscando fontes seguras, e não acreditar em fórmulas para a sala de aula criadas sem embasamento científico. “A Neurociência mostra que o desenvolvimento do cérebro decorre da integração entre o corpo e o meio social. O educador precisa potencializar essa interação por parte das crianças”, afirma Laurinda Ramalho de Almeida, professora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e especialista em Wallon.

O que são emoções? O que são sentimentos?

O Prof. Pedro Calabrez explica a neurociência das emoções e sentimentos, no vídeo abaixo

Neurociências e Emoções

Fonte:
novaescola.org.br
casadosaber.com.br
NeuroVox


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Neurociências e Educação: uma articulação necessária na formação docente

Conhecimentos neurocientíficos na formação de professores
Fernanda Antoniolo Hammes de Carvalho

Evidentemente, vivemos no século do estudo da mente e do cérebro. O interesse na área, ancorado no progresso tecnológico, tem garantido avanços científicos significativos para a neurociência, contribuindo intensamente para promover com maior eficácia o entendimento da mente humana.

Há uma busca exaustiva no campo científico da neurociência em torno de como o cérebro age. São inúmeros os estudos que têm sido publicados, em revistas especializadas ou não, e vários os congressos realizados na área da neurociência. Usando de recursos tecnológicos sofisticados, como técnicas de mapeamento de imagens, hoje é possível não apenas analisar detalhadamente a anatomia do cérebro, mas também identificar que partes dele trabalham quando se realiza uma ação.

Obviamente, instaura-se aqui a possibilidade de aprender como as pessoas organizam seus processos cognitivos, bem como de reconhecer as diferenças entre essas organizações. Essa perspectiva permite que a evolução da ciência do cérebro se constitua numa das principais alternativas para compreender a complexidade cognitiva humana.

Para Pozo (2002), um conhecimento mais aproximado da forma de funcionamento do processo de aprendizagem permite uma compreensão mais adequada do aprender e do ensinar, superando-se dificuldades tanto do aprendiz quanto daquele que ensina – isto é, daquele que ajuda os outros a aprender. E esse conhecimento pode auxiliar os mestres a reestruturarem o ensino, proporcionando àquele que aprende um melhor desempenho na tarefa de aprender.

Complementando essa ideia, Shore (2000) salienta que o conhecimento científico crescente produzido pela neurociência deve ser dirigido àqueles que, de algum modo, colaboram profundamente no desenvolvimento cognitivo das crianças – em especial, pais e professores, interventores reconhecidos na aprendizagem desses indivíduos.
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Entretanto, apesar de a mídia ter constantemente explorado, de forma bastante intensa, o tema mente/cérebro, colaborando para o aumento das informações sobre o assunto, esses conhecimentos têm sido apresentados de forma superficial e desconectada de seu vínculo com a educação. Além disso, a produção literária nacional com uma visão unificada das relações entre as ciência da mente/cérebro e a educação é escassa. Assim, aborda-se de forma mais densa o papel significativo da biologia da mente na educação. Os livros e materiais disponíveis no mercado pouco oferecem nesse sentido ou, quando apresentam informações científicas mais especializadas, destinam-se a um grupo seleto de profissionais e são direcionados a áreas como medicina e psicologia, afastando-se das atividades do professor.

Tardif (2003) lembra que o objeto de trabalho do docente é o humano, e que isso tem consequências relevantes para a prática profissional dos professores, o que merece maior discussão. Conforme o autor, num dado grupo de alunos, existem especificidades individuais, cabendo ao docente atingir cada um dos indivíduos:

Essa tarefa docente envolve a disposição para compreender os alunos em suas particularidades individuais e situacionais, acompanhando sua evolução no contexto em sala de aula. (…) a disposição do professor para conhecer seus alunos como indivíduos deve estar impregnada de sensibilidade e de discernimento a fim de evitar as generalizações excessivas e de afogar a percepção que ele tem dos indivíduos num agregado indistinto e pouco fértil para a adaptação de suas ações. Essa predisposição para conhecer os alunos como indivíduos parece, aliás, muito pouco desenvolvida nos alunos-professores (…). A aquisição de sensibilidade relativa às diferenças entre os alunos constitui uma das principais características do trabalho docente. Essa sensibilidade exige do professor um investimento contínuo e em longuíssimo prazo, assim como a disposição de estar constantemente revisando o repertório de saberes adquiridos por meio da experiência (Tardif, 2003, p. 267).

Demo (2005) indica a necessidade de propiciar uma formação mais eficiente aos professores quanto à complexidade e à reconstrução presentes na aprendizagem. Em relação a essa necessidade, o autor destaca a importância, com base em diferentes vertentes teóricas advindas de áreas variadas, do estudo sobre a aprendizagem na formação do professor, não só adotando como referencial as ciências humanas e sociais, mas também reconhecendo o caráter interdisciplinar da aprendizagem. Segundo Claxton (2005), se os professores não sabem em que consiste a aprendizagem e como ela ocorre, tem as mesmas possibilidades de favorecê-la ou de atrapalhá-la.

Para Moraes e Torre (2004), a neurociência oferece conhecimentos que deveriam ser aproveitados pelos docentes. Os referidos autores lembram que a aprendizagem é proporcionada pela plasticidade do cérebro e sofre influência do ambiente. Nesse caso, o professor, por meio de sua ação profissional, transmite estímulos que podem vir a contribuir para a secreção de hormônios que provocam o entusiasmo e o desejo de aprender ou o extremo oposto, o desinteresse.

Não considerar esses pressupostos pode ocasionar uma visão equivocada dos diferentes momentos de ensino e aprendizagem. Na ausência de informações de como nosso cérebro faz o que faz, muitas vezes os professores atribuem o insucesso no aprender à incapacidade de os alunos realizarem determinados tipos de aprendizagem. Com isso, os professores se esquivam de sua responsabilidade como mediadores da construção do conhecimento.

Em contrapartida, oportunizar aos professores a compreensão de como o cérebro trabalha dá condições mais adequadas para que ele estimule a motivação em sala de aula e, de certa forma, assegura a possibilidade de sintonizar com os diversos tipos de alunos, os quais terão suas capacidades mais profundamente exploradas.

Indubitavelmente, o ato pedagógico é extremamente relevante para a retenção e o processamento da informação trabalhada em sala de aula, uma vez que as explicações e a atuação docente não somente informam, como também oferecem dados os quais, colhidos nas interações quando realmente vivenciadas, não se restringem às percepções sensíveis e aparentes. Nesse caso, gesto e fala fornecem mensagens significativas, pistas, a serem decodificadas. De acordo com Morin (1999), somos influenciados pelos pensamentos dos outros de tal modo que, apesar de independentes, dependemos das relações que construímos no ambiente em que nos encontramos.
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Na sala de aula, o que se fala e como se fala constituem elementos desencadeadores de pensamentos e raciocínios. Tomando como exemplo as informações visuais e auditivas veiculadas em um dado recurso didático, bem como o comportamento docente, eles criam circunstâncias capazes de configurar determinada identidade emocional, em virtude de pensamentos e memórias, que evocam lembranças e manipulam a interpretação na mente. Segundo Izquierdo (2002), as emoções e o estado de ânimo interferem na formação e na evocação de memórias e, como qualquer função cognitiva que envolve sinapses, quanto maior o número de estímulos condicionados dessa memória, tanto maior a retenção ou a evocação de uma dada informação.

Quantos professores sabem que um simples trabalho de memorização de diferentes tipos de textos exige diferentes níveis de oxigenação do cérebro? Que quanto mais complexa a atividade proposta e à medida que se eleva o grau de raciocínio, o fluxo sanguíneo no cérebro é mais intenso? O professor tem noção de que sua ação pedagógica desencadeia no organismo do aluno reações neurológicas e hormonais que podem ter influência na motivação para aprender? Como pode o professor desconhecer a dinâmica mente/cérebro? Basta a análise dessas questões para que se compreenda a importância desse tipo de informação na adequação de metodologias de ensino.

Do reconhecimento de que a compreensão do cérebro é crucial para o ato pedagógico, surge a necessidade de refletir sobre um novo saber disciplinar baseado nos conhecimentos neurocientíficos, os quais poderiam ser vinculados às disciplinas direcionadas à aprendizagem humana. A articulação entre neurociências e educação pode ocorrer por meio da renovação de um componente já existente ou pelo acréscimo de um novo componente curricular nos cursos de formação de professores. Sua prioridade deve ser a de adicionar informações científicas e subsidiar futuras ações práticas, não se constituindo se constituindo apenas em mais um saber disciplinar, mas em um saber pertinente e útil para a prática profissional da docência. Como preconiza Willians: “A pesquisa sobre o cérebro manifesta o que muitos educadores sabem intuitivamente: que os alunos aprendem de diversas maneiras e quanto mais maneiras se apresentarem, tanto melhor aprendem a informação” (Willians apud Moraes e Torre, 2004, p. 88).

Esse novo saber passaria a constituir um forte embasamento teórico para o saber-fazer docente, pois possibilitaria como consequência não só a revisão dos processos de aprendizagem, como também um melhor conhecimento do processo de ensinar, imprimindo uma reorientação da transposição didática. Trata-se de propor um saber disciplinar que embasa e se aprimora num saber profissional, pois ao descobrir o que a neurociência cognitiva pode oferecer à educação e vice-versa, na perspectiva de que esses saberes se complementam, se enriquecem e se necessitam, podemos entrelaçar teorias científicas com a prática docente e, consequentemente, fundamentar o saber pragmático dos professores. De acordo com a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (OCDE):

Nas próximas décadas, temos boas possibilidades de desvendar as complexidades do cérebro e compreender, pelo menos, a natureza da memória e da inteligência (por exemplo, e o que realmente acontece quando o aprendizado ocorre). Quando atingirmos esse objetivo, seremos capazes de reassentar nossa prática educativa sobre uma sólida teoria da aprendizagem (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômicos, 2003, p. 46).

O professor, ainda que deva assumir a posição de especialista de sua disciplina, necessita assumir, concomitantemente, a posição de didata da disciplina, e isto acontecerá na medida em que sua formação permita compreender onde e como ocorrem as aprendizagens (Meirieu, 1998; Zabalza, 2004).

Nesse caso, a interlocução entre neurociências e educação influenciaria a futura ação pedagógica dos acadêmicos. Os conteúdos neurocientíficos podem vir a colaborar substancialmente no melhor desempenho docente, uma vez que professores que compreendem a aprendizagem como processo humano que tem raízes biológicas e condicionantes socioculturais do conhecimento adotam uma gestão mais eficaz tanto das emoções quanto da aprendizagem de seus estudantes.

A necessidade de aproximar os achados na área da neurociência da educação sustenta a premissa de que instituições responsáveis pela formação de professores precisam examinar e discutir os componentes curriculares das licenciaturas, revendo a estrutura desses cursos, a fim de que os alunos, futuros profissionais da educação, possam buscar otimizar sua ação pedagógica.

Em primeiro lugar, pelo reconhecimento de que os componentes curriculares advindos das áreas de psicologia e didática dos cursos de formação de docentes podem abordar conhecimentos neurocientíficos, pois, em geral, contemplam em seus programas questões como memória, emoção, desenvolvimento do sistema nervoso, dificuldades de aprendizagem e comportamento humano. Com isso, é possível defender a verificação não só da inserção desses temas, mas também de como eles são explorados como conteúdos programáticos das áreas de psicologia e didática nos currículos atuais. Uma análise cuidadosa dos quadros curriculares dos cursos de formação de professores provavelmente poderá revelar a necessidade de renovação de alguns dos componentes curriculares, para a sua adaptação às descobertas no campo da neurociência.

Neuropsicopedagogia

Neuropsicopedagogia


Assim, considerando que esse pressuposto está em estágio inicial, postula-se como imprescindível a realização de pesquisas sobre o ensino superior a fim de atender diversos questionamentos pendentes, entre eles: Conhecimentos científicos da neurociência são abordados em alguma disciplina nos cursos de formação de professores? Se o são, estão relacionados aos processos de ensino e de aprendizagem? Qual a relevância atribuída pelos alunos desses cursos à existência ou não desses saberes disciplinares durante a formação acadêmica?

De forma mais específica, no caso de serem percebidas lacunas curriculares, é possível recomendar a inserção de uma nova disciplina que aborde, de maneira mais profunda e intensa, a visão integrada da biologia do cérebro com aspectos mais pedagógicos do ensinar e do aprender. Um exemplo seria a criação de uma disciplina como ‘Neurociência e aprendizagem’ ou ‘Biologia da aprendizagem’. Nessa disciplina, poderiam ser desenvolvidos os conteúdos neurocientíficos atrelados à pedagogia, numa visão transdisciplinar.

A disciplina, seja ela advinda da inserção de um novo componente curricular ou resultado da adição de conteúdos científicos para a renovação de alguma disciplina já existente, deve não só reconhecer a importância dos achados neurocientíficos, mas também otimizar o seu uso, buscando oferecer ao acadêmico material significativo para que ele aprimore a sua compreensão da relação entre cérebro e aprendizagem.

De um ponto de vista mais prático e tendo como apoio a percepção de que a visualização do funcionamento do substrato físico onde ocorrem os processos mentais pode tornar-se um elemento facilitador para o entendimento do cérebro como sistema complexo, plástico e reorganizável, sugere-se que o componente curricular faça uso de neuroimagens geradas nas pesquisas desenvolvidas na área da neurociência, as quais constituem recurso inestimável para uma abordagem ampla das relações entre cognição, emoção e aprendizagem.

É interessante ressaltar que, embora a sugestão enfatize a relevância do entendimento da base biológica da cognição humana, não desconsidera que a manifestação comportamental é também fruto da interação do indivíduo com o meio em que vive. Como exposto, achados da própria neurociência têm evidenciado como os estímulos externos gerados no ambiente afetam as conexões cerebrais, influenciando o desenvolvimento e o funcionamento cerebral.

Sem dúvida, um painel detalhado sobre o que existe de mais atual nas neurociências e que vincule esses dados às teorias pedagógicas deve ser oferecido não apenas para os alunos durante a formação acadêmica, mas também ser estendido aos profissionais em atuação, pois pode contribuir para a formulação de diretrizes pedagógicas que busquem otimizar a adoção de condutas de ensino e de aprendizagem.

Fernanda Antoniolo Hammes de Carvalho
Graduada em Ciências – Habilitação em Biologia pela Universidade Católica de Pelotas (1987), mestre em Letras pela Universidade Católica de Pelotas (2000) e doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2008). Tem pós-doutorado em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde – PPGEC, pela Universidade Federal do Rio Grande (PRODOC- CAPES). Foi professora na Faculdade Atlântico Sul do Rio Grande e na Universidade Federal do Rio Grande (FURG).Atualmente é professora da Faculdade de Medicina – FAMED/ FURG e atua no ensino superior, em especial na área de educação, tendo como foco de interesse os seguintes temas: neurociências e educação; ensino e aprendizagem; formação docente; práticas pedagógicas; educação em saúde e educação profissional.É lider do Grupo de Pesquisa em Neurociências e Educação- GPNEd.

Fonte: www.scielo.br
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Inteligência Emocional: 9 hábitos de pessoas com alta performance

Inteligência Emocional: 9 hábitos de pessoas com alta performance
Por Travis Bradberry
Quando a inteligência emocional surgiu pela primeira vez para o público em geral, ela serviu como a conexão que faltava em uma descoberta peculiar: pessoas com QI mediano se desempenharam melhor do que aqueles com os maiores QI 70% das vezes. Essa anomalia deu um grande golpe no que muitas pessoas sempre presumiram ser a única fonte de sucesso – QI. Décadas de pesquisa agora apontam para a inteligência emocional como o fator crítico que distancia os melhores profissionais do resto do bando.

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O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito! É uma maneira poderosa de concentrar sua energia em uma direção com um resultado tremendo. De todas as pessoas que estudamos no trabalho, descobrimos que 90% dos melhores profissionais possuem alto IE. Você pode até ser um ótimo profissional sem inteligência emocional, mas as chances disso acontecer são pequenas.

Inteligência emocional é “algo” em cada um de nós que é um pouco intangível. Ela afeta a forma como administramos o comportamento, como navegamos complexidades sociais e como tomamos decisões pessoais que trazem resultados positivos. Inteligência emocional é composta de quatro habilidades centrais que se emparelham sob duas competências primárias: competência pessoal e competência social.

Competência pessoal contém suas habilidades de autoconhecimento e autogerenciamento, que focam mais em sua individualidade do que em suas interações com outras pessoas. Competência pessoal é sua habilidade de estar ciente de suas emoções e administrar seu comportamento e tendências.

Autoconhecimento é sua habilidade de compreender de forma precisa suas emoções e ter consciência delas enquanto elas agem.
Autogerenciamento é sua habilidade de utilizar a compreensão das suas emoções para se manter flexível e direcionar positivamente seu comportamento.

Competência social é composta por suas habilidades de conscientização social e de gestão de relacionamentos; competência social é sua habilidade de entender o temperamento de outras pessoas, seu comportamento e motivos, de maneira a respondê-los de forma efetiva e melhorar a qualidade de seus relacionamentos.

Conscientização social é sua habilidade de reconhecer de forma precisa as emoções em outras pessoas e compreender o que realmente está acontecendo.

Gestão de relacionamentos é sua habilidade de utilizar a compreensão de suas emoções e as emoções dos outros para administrar suas interações com sucesso.

Além da importância da inteligência emocional, sua natureza intangível faz com que seja muito difícil saber quais comportamentos você deve simular. Então eu analisei dados de mais de milhões de pessoas que a TalentSmart testou para identificar hábitos que distinguiam as pessoas com IE alto.

1. Elas são constantemente positivas. Fique olhando as notícias por qualquer período de tempo e você verá que é simplesmente um ciclo de guerra sem fim: ataques violentos, economias frágeis, empresas em falência e desastres ambientais. É fácil pensar que o mundo está indo ladeira abaixo rapidamente. E quem sabe? Talvez esteja. Mas as pessoas inteligentes emocionalmente não se preocupam com isso porque elas não se prendem a coisas que não conseguem controlar. Elas concentram sua energia em direcionar duas coisas que estão completamente sob seu poder – sua atenção e seu esforço. Vários estudos mostraram que otimistas são fisicamente e psicologicamente mais saudáveis que pessimistas. Eles também possuem desempenho melhor no trabalho. Lembre-se disso na próxima vez que um caminhão de pensamentos negativos prender sua mente.

2. Elas possuem um vocabulário emocional robusto. Todas as pessoas sentem emoções, mas é apenas uma pequena parcela que consegue identificá-las de forma precisa enquanto elas acontecem. Nossa pesquisa mostra que apenas 36% das pessoas conseguem fazer isso, o que é um problema, pois as emoções não rotuladas podem ser má interpretadas, o que leva a escolhas irracionais e ações prejudiciais. Pessoas com IE alto dominam suas emoções, porque elas as entendem, e porque elas utilizam um vocabulário extenso sobre sentimentos para fazer isso. Enquanto muitas pessoas dizem apenas que estão mal, pessoas com alta inteligência emocional conseguem apontar se estão “frustradas”, “deprimidas” ou “ansiosas”. Quanto mais específica for a palavra que você escolher, melhor o entendimento que você terá sobre o que exatamente está sentido, o que causou isso e o que você deveria fazer em relação a isso.

3. Elas são assertivas. Pessoas com alto IE possuem um equilíbrio entre boas maneiras, empatia e gentileza com a habilidade de se afirmarem e estabelecerem limites. Essa combinação tática é ideal para lidar com conflitos. Quando a maioria das pessoas são contrariadas, elas geralmente se comportam de forma passiva ou agressiva. Pessoas inteligentes emocionalmente permanecem equilibradas e assertivas ao se guiarem para fora das reações emocionais não filtradas. Isso permite que elas neutralizem pessoas difíceis e tóxicas sem criar inimigos.

4. Elas são curiosas sobre outras pessoas. Não importa se elas são introvertidas ou extrovertidas, pessoas inteligentes emocionalmente são curiosas sobre todos ao seu redor. Essa curiosidade é o produto da empatia, uma das passagens mais importantes para o IE alto. Quanto mais você se importa com outras pessoas e com o que elas estão passando, mais curiosidade você terá sobre elas.

5.Elas perdoam, mas elas não esquecem. Pessoas emocionalmente inteligentes vivem pelo dilema “Engane-me uma vez, o tolo é você; engane-me duas vezes, o tolo sou eu”. Elas perdoam para evitar guardar rancor, mas elas nunca esquecem. As emoções negativas que surgem ao guardar rancor são na verdade uma resposta de estresse. Segurar esse estresse pode ter consequências devastadoras para a saúde, e pessoas emocionalmente inteligentes sabem como evitar isso a todo custo. Entretanto, oferecer perdão não significa que elas darão uma segunda chance para quem cometeu o erro. Pessoas emocionalmente inteligentes se deixam derrubar por maus-tratos, então elas rapidamente se desprendem das coisas e são assertivas para se proteger de danos futuros.

6.Elas não deixam ninguém limitar sua alegria. Quando seu sentimento de prazer e satisfação se deriva de comparações com os outros, você não é mais o mestre de sua felicidade. Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem com algo que fizeram, elas não deixam que a opinião ou conquista de ninguém tire esse sentimento delas. Enquanto é impossível desligar suas reações sobre o que as outras pessoas pensam de você, você não tem que se comparar com outros, você sempre pode escutar as opiniões das pessoas com ceticismo.

7.Elas tornam as coisas divertidas. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem exatamente o que as fazem felizes, e elas trabalham constantemente para trazer essa felicidade para tudo que fazem. Elas transformam trabalhos monótonos em jogos, vão além do necessário para deixar as pessoas com quem se importam felizes, e fazem pausas para aproveitar as coisas que amam não importa o quanto estejam ocupadas. Elas sabem que injetar essa diversão em suas vidas combate o estresse e constrói uma resiliência duradoura.

8.Elas são difíceis de serem ofendidas. Se você tiver uma compreensão concreta de quem você é, é difícil que alguém diga ou faça algo que lhe provoque. Pessoas emocionalmente inteligentes são auto-confiantes e cabeça aberta, o que cria uma pele bem grossa.

9.Elas anulam reflexões negativas. Um grande passo em desenvolver inteligência emocional envolve parar de ter um diálogo consigo negativo durante o caminho. Quanto mais você medita sobre pensamentos negativos, mais poder você dá a eles. A maioria de nossos pensamentos negativos são apenas isso – pensamentos, não fatos. Você pode parar as coisas negativas e pessimistas que sua voz interior diz ao escrevê-las. Quando você tirar o momento para diminuir o ritmo de pensamentos negativos, você será mais racional e terá a mente mais clara para avaliar a veracidade. Você pode apostar que suas afirmações não são verdadeiras qualquer momento que você utilize palavras como “nunca”, “pior” e “sempre”. Se suas afirmações ainda aparentam ser fatos quando estão no papel, leve-as para um amigo e veja se ele concorda com você. Assim a verdade com certeza aparecerá.

Juntando todas as peças.
Ao contrário de seu QI, seu IE é altamente maleável. Enquanto você treina seu cérebro pela prática repetitiva de novos comportamentos emocionalmente inteligentes, seu cérebro constrói o caminho necessário para torná-los hábitos. Logo você irá começar a reagir ao seu redor com inteligência emocional sem mesmo pensar nisso. E enquanto seu cérebro reforça o uso de novos comportamentos, as conexões que davam suporte aos comportamentos velhos e destrutivos irão morrer.

Fonte: Administradores.com.br

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Pós-Graduação em Educação das Infâncias

Lato Sensu em Educação das Infâncias
Modalidade à Distância

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O objetivo deste curso é ampliar as competências e habilidades dos profissionais que trabalham direta ou indiretamente na área da Educação Infantil e Básica (séries iniciais), oferecendo-lhes a oportunidade de aprofundar conhecimentos e/ou adquirir novas oportunidades de pesquisa na Educação com foco no Ensino Fundamental I.
O curso caracteriza-se por promover autonomia e flexibilidade, permitindo que o aluno organize seus estudos conforme sua disponibilidade. Material de estudos disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem. Realização de fóruns e chats interativos, visando auxiliar o aluno nos seus estudos. Tutoria assíncrona para atender o aluno quando tiver dúvidas. O aluno comparece ao polo apenas uma vez durante todo o curso para realizar sua prova individual, obrigatória e presencial no polo escolhido pelo aluno no ato da matrícula.
Público Alvo: O curso destina-se a profissionais que atuam em Educação, em escolas do Ensino Básico, Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio ou Superior e em instituições de ensino e pesquisa, com formação em Pedagogia, Normal Superior, Psicologia e outros cursos superiores nas áreas humanas e sociais.

Carga Horária: 380 horas (com TCC)
Duração do Curso:
Opção 1: 12 meses
Opção 2: 6 meses
Investimento:
Opção 1 (para Contrato de Curso com 12 meses de duração) : 1 + 15 parcelas de R$ 172,18*
* Para pagamentos efetuados até o dia 10 de cada mês, Valor da Mensalidade R$ 163,57.
Opção 2 (para Contrato de Curso com 6 meses de duração): 1 + 7 parcelas de R$ R$ 344,35*
* Para pagamentos efetuados até o dia 10 de cada mês, Valor da Mensalidade R$ 327,14.

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A influência das emoções sobre a memória – A amígdala, sentinela das nossas emoções

Através desta cena simples, podemos inferir muitas das características instaladas na amígdala: ela é a única que nos coloca em aviso e mais ainda, vamos criar um novo aprendizado.

As memórias e experiências com forte carga emocional, fazer nossas conexões sinápticas estão associados com esta estrutura, efeitos como batimento cardíaco rápido, aumento da respiração, liberação de hormônios provocando estresse. As pessoas que, por exemplo, têm danificada a amígdala, não seriam capazes de detectar risco ou perigo.

A amígdala nos ajuda a encontrar uma estratégia adequada após a identificação de um estímulo negativo, mas como podemos identificar que o estímulo pode nos prejudicar? Ao aprender, condicionamento, para os princípios que, como uma espécie, nós reconhecemos como prejudicial. Daniel Goleman por exemplo, introduziu o conceito de “sequestro de amígdala” para se referir àquelas situações em que o medo e a angústia são levados de uma forma não adaptativa, o que não é lógico e onde o desespero, nos impede de encontrar a resposta certa.

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Toda memória é adquirida num determinado estado emocional. A maioria das pessoas se recorda onde estavam e o que faziam no momento do acidente com o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, mas ninguém se lembra do rosto da pessoa que vendeu ingressos de cinema à você.
O impacto emocional da notícia da morte de Senna foi grande; as memórias gravadas nesse momento foram influenciadas por essa emoção intensa. O momento em que se compra o ingresso do cinema pode ser, na maioria das vezes, emocionalmente insignificante. A importância emocional de cada acontecimento interfere diretamente na aquisição de novas memórias.

O psicólogo William James, um dos fundadores da psicologia moderna, já sublinhava a importância das emoções para o bom funcionamento da memória. “Lembrar-se de tudo seria tão desagradável quanto não se lembrar de nada”, insistia ele: o cérebro deve efetuar uma seleção, e ele o faz em função do valor afetivo de que um acontecimento se reveste para nós.

Vários pesquisadores contemporâneos, abrindo a via da neurociência afetiva, oferecem uma estimativa dos mecanismos cerebrais que governam a influência das emoções sobre a memória.
Dra. Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e neurocientista, explica que o hipocampo, região cerebral necessária para a formação de novas lembranças, sofre influência das emoções.
“O hipocampo vai selecionar aquilo que tem valor para ser guardado ou não. Sabemos disso por conta de um caso muito famoso na neurociência, em que um jovem de 27 anos teve uma lesão nessa área. Ele se lembrava quem era e o que tinha acontecido no passado mas, daquele tempo em diante, ele não conseguiu armazenar novas memórias. Isso mostra que o hipocampo tem papel muito importante no armazenamento de memórias. E como ele está ligado à emoção, acreditamos que essa seja a razão pela qual o cérebro armazena algumas coisas e outras não, de acordo com o valor que elas têm para nós”, explica a neurocientista.

Os estados de ânimo, as emoções, o nível de alerta, a ansiedade e o estresse modulam fortemente as memórias. Em uma sala de aula, por exemplo, um aluno estressado ou pouco alerta não forma novas memórias corretamente. Um aluno que é submetido a um nível alto de ansiedade, pode esquecer tudo aquilo que aprendeu logo depois da aula.
A neurocientista explica que a dificuldade de evocar uma memória num estado de estresse está relacionada ao sistema límbico, mais precisamente na amígdala.
“O cérebro interpreta o estresse como uma ameaça, e a amígdala, componente do sistema límbico, vai desencadear reações instintivas de proteção em caso de alguma emergência. É o que chamamos de ‘sequestro da amígdala’. Portanto, esse fator interfere no processamento de evocação de uma memória, que está desfocado naquele momento’’, explica Tieppo.

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Fonte:
http://bit.ly/2bc9KVK
http://bit.ly/2aPrEZZ

COMBO 2 EM 1 Neuropsicopedagogia Clínica e Educação Especial Inclusiva

2 em 1 – Melhor impossível!!!
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COMBO 2 EM 1 Neuropsicopedagogia Clínica e Neuropsicopedagogia Educação Especial Inclusiva
Por que fazer o COMBO Neuropsicopedagogia com o Censupeg?
– Carga horária maior na grande maioria dos casos.
– Dois certificados de Pós-Graduação
– O Censupeg é a única instituição associada à Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia da região. SBNPp
– O curso proporcionará aos alunos o conhecimento da Neurociência, Psicologia e Pedagogia.
– O aluno fará o curso na instituição que é pioneira na Neuropsicopedagogia no Brasil.
– O aluno estudará na Instituição que possui um Grupo de Pesquisa com foco na construção da cientificidade da Neuropsicopedagogia na própria Faculdade. Grupo Educacional CENSUPEG
– O Prof. Luiz Antônio Correa, atual Presidente da SBNPp-Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia dará aula na sua turma.
– O curso tem a disciplina Neuropsicofarmacologia e CID, disciplina exclusiva do Censupeg.
– Em parceria com Secretarias de Educação, o Censupeg faz um importante movimento social através do projeto “Neuropsicopedagogo na Escola”, municípios de grande desenvolvimento na educação já aderiram como como Ponta Grossa/PR, Cascavel/PR, São Fidélis/RJ e Botucatu/SP.

Matriz Curricular Neuropsicopedagogia Clínica
Carga Horária: 600 horas

– Introdução a Neuropsicopedagogia: Conceitos Básicos e Atuação Profissional
– Fundamentos da Neurologia
– Neurofisiologia: O Funcionamento do cérebro e bases da Plasticidade Cerebral na gestação, infância e adolescência
– Neuropsicofarmacologia e CID
– Bases Neurobiológicas da Aprendizagem
– Educação Especial Inclusiva
– Fundamentos e prática em equipe multiprofissional I-Comportamento Motor
– Fundamentos e prática em equipe multiprofissional II -Emoção e Comportamento Social
– Fundamentos e prática em equipe multiprofissional III -Atenção; Memória; Inteligência
– Fundamentos e prática em equipe multiprofissional IV- Linguagem (Leitura e Escrita) Fundamentos e prática em equipe multiprofissional V – Habilidades Matemáticas
– Avaliação e Intervenção Neuropsicopedagógica
– Estágio I – Neuropsicopedagogia Clínica
– Estágio II – Neuropsicopedagogia Clínica
– Estágio III – Neuropsicopedagogia Clínica
– Metodologia da Pesquisa*
– Didática e Metodologia do Ensino Superior*
– Estudos Independentes, Monografia e/ou Artigo Científico

Matriz Curricular Neuropsicopedagogia Educação Especial Inclusiva
Carga Horária 420

– Fundamentos da Neurologia
– Neurofisiologia: O Funcionamento do cérebro e bases da Plasticidade Cerebral na gestação, infância e adolescência
– Introdução a Neuropsicopedagogia: Conceitos Básicos e Atuação Profissional
– Educação Especial Inclusiva
– Aprendizagem e Metodologias em Relação aos Sujeitos com Altas Habilidade/Superdotação
– Educação da Pessoa com Deficiência Física e Múltiplas Deficiências
– Educação da Pessoa com Deficiência Auditiva
– Educação da Pessoa com Deficiência Intelectual
– Educação da Pessoa com Deficiência Visual
– Fundamentos e prática em equipe multiprofissional – Emoção e
Comportamento Social
– Neuropsicofarmacologia e CID
– Avaliação Neuropsicopedagógica
– Metodologia da Pesquisa*
– Didática e Metodologia do Ensino Superior*
– Estudos Independentes, Monografia e/ou Artigo Científico


Valores de COMBO 2 em 1


Neuropsicopedagogia Clínica:
30 x R$178,00

Neuropsicopedagogia Inclusiva: 30 x R$ 178,00

Total: 30xR$356,00

Caso queira fazer um curso apenas, também é possível, com os seguintes valores:

Valores individuais fora do combo:

Neuropsicopedagogia Clínica:
30 x R$299,00

Neuropsicopedagogia Inclusiva:
24 x R$259,00

Local: Auditório da Apae, na Rua Félix Hoppe-53 – Centro – Santa Cruz do Sul
Hora: 8h às 17h
CURSO PRESENCIAL
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REGISTRO NO MEC

Segue o link no e-MEC Neuropsicopedagogia Educação Especial Inclusiva:http://bit.ly/2b8ogivMEC-NeuropsicopedagogiaIncluciva

Segue o link no e-MEC Neuropsicopedagogia Clínica:http://bit.ly/2aBaLqVMEC-NeuropsicopedagogiaClínica

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OUTROS CURSOS
Curso de Capacitação na Área da Educação Especial Inclusiva: http://cursoposneuro.com.br/curso-de-capacitacao-na-area-da-educacao-especial-inclusiva/
Psicopedagogia: http://cursoposneuro.com.br/pos-graduacao-em-psicopedagogia-institucional-e-clinica/
Censupeg Know:http://cursoposneuro.com.br/pos-graduacao-censupeg-know/

BLOG DE NOTÍCIAS http://cursoposneuro.com.br/principal/noticias/

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Dança Educacional‏

Pós-Graduação presencial em Dança Educacional- Santa Cruz do Sul/RS
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MATRIZ CURRICULAR

Dança Escolar e a Pluralidade de Ensino

História da Dança da Origem a Atualidade

Anatomia Aplicada à Dança

Nomenclatura e Bases da Dança Acadêmica

Educação Rítmica Corporal

Dança e Técnicas Aplicada a Saúde

A Dança para Pessoas com Deficiências

Danças Populares e Folclóricas

Produção de Eventos Culturais na Escola

Composição Coreográfica

Improvisação e Expressão Corporal em Dança

Danças Urbanas e os Aspectos Sociais

Socialização e Diálogo da Dança de Salão

Dança e seus diálogos (Arte Circense e Cênica – Teatro)

Didática Aplicada a Dança

Didática e Metodologia do Ensino Superior*

Metodologia da Pesquisa*

Estudos Independentes

CARGA HORÁRIA: 420 h

Organização das aulas:
Um sábado e domingo por mês, das 8h às 17h.

Local das Aulas:

Auditório e Ginásio da APAE de Santa Cruz do Sul

Rua Félix Hoppe, 53 – Centro

Valor do curso de Pós-Graduação em Dança Educacional:

24x de R$ 239,00
Valor do curso de Extensão:
24x de R$ 169,00
Taxa de Matrícula:
R$ 200,00

– O Prof. Mst. Jessé Cruz, bailarino, coreógrafo, educador, produtor cultural e coordenador do curso de Dança Educacional / Artes Cênicas do Censupeg dará aula na turma, entre outras atividades, vale destacar que o professor Jessé Cruz é professor-convidado e coreógrafo da escola do Teatro Bolshoi no Brasil, uma das melhores escolas técnicas de dança do mundo.
– Profa. Ms Lucilene dos Santos Almeida, professora técnica da Escola de Dança Teatro Guaíra de Curitiba possivelmente dará aula na turma, entre outros professores com larga experiência profissional que atuam nos maiores espaços artísticos e representantes em Dança do Brasil.

Dica especial:
Especificamente nesse curso, além dos alunos de Pós-Graduação nós também poderemos matricular alunos que não tenham graduação no formato de curso de Extensão em Dança Educacional com 210 horas, o aluno fará apenas as aulas práticas.
Matrícula: R$ 200,00
24x de R$ 169,0
É importante considerar que além das disciplinas teóricas, o aluno não fará as disciplinas em rede e nem artigo, no final do curso, ao cumprir todos os quesitos para a conclusão do curso, ele receberá um certificado de 210 horas em Dança Educacional.
Saiba mais sobre curso, cadastre seu e-mail neste link⤵
http://bit.ly/2anRWGoDancaEducacional

Informações e matrículas com nossa consultora educacionail:
Márcia Gewehr
(51)9844-5025
marciacensupeg@hotmail.com