Neuropsicopedagogia ou Psicopedagogia?

A Neuropsicopedagogia
Segundo a Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia – SBNPp, a Neuropsicopedagogia é uma ciência transdisciplinar, fundamentada nos conhecimentos da Neurociência aplicada à educação, com interfaces da Psicologia e Pedagogia que tem como objeto formal de estudo a relação entre cérebro e a aprendizagem humana numa perspectiva de reintegração pessoal, social e escolar.
Neuropsicopedagogia
Diferença entre Neuropsicopedagogia e Psicopedagogia

A PSICOPEDAGOGIA vem trabalhar com as dificuldades de aprendizagem e a diversidade de fatores que contribuem para tal, podendo estes ser de origem orgânica, cognitiva, emocional, social ou pedagógica.

A NEUROPSICOPEDAGOGIA, além de trabalhar os aspectos acima mencionados, tem como foco compreender o funcionamento do sistema nervoso, integrando suas diversas funções (movimento, sensação, emoção, pensamento etc), intervindo na melhora das dificuldades de aprendizagem como:
– Distúrbios de memória;
– Falta de atenção;
– Bloqueios de aprendizagem nas diversas matérias dos conteúdos escolares;
– Dificuldades em raciocínio lógico, matemática,leitura e escrita;
– Baixa estima ;
– Falta de motivação, entre outras.
Com a intervenção do trabalho Neuropsicopedagógico, o sujeito será beneficiado com excelente desempenho , alta capacidade de absorver conhecimentos, criatividade, autonomia em suas estratégias de aprendizagem se apropriando da utilização dos conceitos aprendidos em qualquer situação, além de obter um desejo constante em aprender.
Neuropsicopedagogos possuem um conhecimento melhor estruturado sobre a função cerebral, entendendo a forma como esse cérebro recebe, seleciona, transforma, memoriza, arquiva, processa e elabora todas as sensações captadas pelos diversos elementos sensores para, a partir desse entendimento, poder adaptar as metodologias e técnicas educacionais a todas as pessoas e principalmente, aquelas com características cognitivas e emocionais diferenciadas.
Campo de atuação
Neuropsicopedagogia

Neuropsicopedagogia Clínica
O Neuropsicopedagogo Clínico atua em equipe multiprofissional em consultórios, clínicas, posto de saúde, terceiro setor, etc., fazendo avaliação e intervenção em crianças e adolescentes com dificuldades escolares.
Na avaliação neuropsicopedagógica, o Neuropsicopedagogo clínico, além de aplicar testes e escalas padronizadas para a população brasileira, utiliza a observação clínica, lúdica, e do material escolar para a elaboração da hipótese diagnóstica. O contato com a escola, com a família, com demais membros que residem com o sujeito; e com os demais profissionais que atuam no caso, torna-se relevante para a compreensão do quadro e do projeto de intervenção.
O arcabouço teórico que sustenta a formação do Neuropsicopedagogo Institucional e Clínico está relacionado à Neurociência e à Educação.
Neuropsicopedagogia
* De acordo com o Código de Ética Técnico-Profissional da Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia – SBNPp.
Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia – SBNPp
http://www.sbnpp.com.br/

Profª Esp. Márcia Gewehr
Consultora Educacional Censupeg
(51)9844-5025 | 3718-2444
marciacensupeg@hotmail.com

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NEUROPSICOPEDAGOGIA CLÍNICA – ÚLTIMAS VAGAS SEM REAJUSTE DE MENSALIDADES PARA 2016

A nova turma de Neuropsicopedagogia Clínica que estamos formando na cidade de Santa Cruz do Sul/RS, já está com 33 alunos, ainda temos algumas vagas disponíveis.
Neuropsicopedagogia Clínica
ATENÇÃO!

NEUROPSICOPEDAGOGIA CLÍNICA – Santa Cruz do Sul – RS e região

– Mensalidades: 24 x R$295,00 – últimos contratos com esse valor, para novas turmas haverá reajuste no valor das mensalidades, quando o valor passará para 30xR$299,00

– Primeira parcela: março/2016, boleto bancário via portal/carnê.

– Para pagamento à vista, desconto de 10% sobre o total.

Taxa TCC: R$210,00 diluído nas 10 primeiras mensalidades

ORGANIZAÇÃO DAS AULAS:

encontros quinzenais aos sábados, (8h às 17h com intervalos) todo presencial, com professores que vem até o local da aula.

– Local : Auditório da APAE – Santa Cruz do Sul

-Data: Já tivemos duas aulas e retornamos no dia 12/03/2016 – Recebemos alunos somente até a 3ª aula, pois conseguimos oferecer a reposição das duas aulas que já tiveram em outra turma, poucas vagas disponíveis em função do espaço.
– Taxa de matrícula: R$200,00 – paga no ato da matrícula – depósito bancário

DOCUMENTAÇÃO PARA MATRÍCULA

– 1 fotos 3×4

– Cópia do comprovante de conclusão de graduação (diploma autenticado) ou certificado de conclusão

– Cópia do comprovante de residência

– Cópia da carteira de identidade

– Cópia do CPF

– Cópia da certidão (nascimento/casamento)

Neuropsicopedagogia Clínica
Matriz Curricular – 600hr
Introdução a Neuropsicopedagogia: Conceitos Básicos e Atuação Profissional
Fundamentos da Neurologia
Neurofisiologia: O Funcionamento do cérebro e bases da Plasticidade Cerebral na gestação, infância e adolescência
Neuropsicofarmacologia e CID
Bases Neurobiológicas da Aprendizagem
Educação Especial Inclusiva
Fundamentos e prática em equipe multiprofissional I – Comportamento Motor
Fundamentos e prática em equipe multiprofissional II -Emoção e Comportamento Social
Fundamentos e prática em equipe multiprofissional III -Atenção; Memória; Inteligência
Fundamentos e prática em equipe multiprofissional IV- Linguagem (Leitura e Escrita)
Fundamentos e prática em equipe multiprofissional V – Habilidades Matemáticas
Avaliação e Intervenção Neuropsicopedagógica
Estágio I – Neuropsicopedagogia Clínica
Estágio II – Neuropsicopedagogia Clínica
Estágio III – Neuropsicopedagogia Clínica
Metodologia da Pesquisa
Didática e Metodologia do Ensino Superior
Estudos Independentes, Monografia e/ou Artigo Científico

A carga horária total corresponde a 600 horas e é estruturada conforme Resolução CES/CNE Nº. 01 de 08 de junho de 2007 do Conselho Nacional de Educação, atendendo assim a todos os parâmetros legais que regem os cursos de Pós-Graduação.

Profª Esp. Márcia Gewehr
Consultora Educacional Censupeg
(51)9844-5025 | 3718-2444
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Contato via site para curso de Neuropsicopedagogia Clínica Saiba mais e faça contato aqui!
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Vantagens de Ser Um Associado da SBNPp

Ser um associado da SBNPp traz benefícios exclusivos como receber notícias e artigos sobre a Neuropsicopedagogia e DESCONTOS EM LIVROS.
A SBNPp tem convênio com editoras e livrarias para que os associados tenham direito a descontos para compras online.
Livrarias-associadas:
Livarias-associadas

Professores – 50% de desconto – Mês de Outubro 2015
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Associado da SBNPp possui mais um benefício exclusivo, que é de orientações básicas de como abrir seu espaço, após a conclusão da pós-graduação em Neuropsicopedagogia.
Estas informações deverão ser solicitadas para o e-mail conselho.etica@sbnpp.com.br.
Se você já for um associado faça seu login e veja como conseguir os descontos.
Faça seu cadastro aqui: http://www.sbnpp.com.br/associe-se/

VIII SEMANA DE VALORIZAÇÃO DA PRIMEIRA INFÂNCIA E CULTURA DA PAZ 20/10 a 22/10

VIII Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz
Primeira Infância e Epigenética: um novo paradigma no desenvolvimento infantil
O Presidente da SBNPp Professor CENSUPEG Dr. Luiz Antonio Correa fará a palestra no dia 21/10:
10h00 – AUDIÊNCIA PÚBLICA CONJUNTA – O porquê da influência do afeto, do estímulo e da alimentação nas alterações neuroquímicas do cérebro.
15h10 – CONFERÊNCIA V – Uma visão neuropsicopedagógica do desenvolvimento humano: da vida intrauterina até a Primeira Infância.
TRANSMISSÃO AO VIVO da Audiência Pública proferida pelo Presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia-SBNPp, Dr. Luiz Antonio Corrêa, pela TV Senado no dia 21 de Outubro às 10h.

Transmissão ao vivo através do link http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia?id=5448

Super Promoção Reta Final 2015 Mensalidades a partir de R$99,00

Oferecemos a campanha especial abaixo para que você possa realizar o seu sonho de fazer um curso de Pós-Graduação com qualidade e preço acessível iniciando ainda no ano de 2015.
Os valores promocionais ofertados em campanha foram possíveis apenas através da viabilização de parcerias regionais e otimização dos processos logística de professores, além de adaptações no formato do curso conforme descrito abaixo. Mesmo com essas adequações, você poderá contar com a qualidade que já conhece.
O objetivo é oferecemos ótimos cursos e com preço acessível nessa reta final de 2015, para consolidarmos esse como mais um grande ano para todo o Grupo Censupeg, com grandes conquistas e evolução de todos, e assim seguirmos em 2016 com novas expectativas, novos sonhos, e a certeza do crescimento através da Educação de qualidade.

Segue a lista de cursos de Pós-Graduação oferecidos com valores promocionais para turmas em Santa Cruz do Sul e Vera Cruz/RS.
Valor promocional da campanha: 6x de R$ 99,00 + 18x de R$ 179,00 + Taxa de Orientação R$ 210,00 diluído nas 10 primeiras mensalidades e Taxa de Matrícula R$200,00
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Pós-Graduação em:
– Educação Especial e Inclusiva – 420h
– Educação Infantil – Contação de Histórias e Musicalização – 420h
– Educação Infantil e Anos Iniciais com Ênfase em Ludopedagogia e Literatura Infantil – 420h
– Metodologias e Práticas Interdisciplinares na Educação – 420h
– Educação Física Escolar, Psicomotricidade e Ludopedagogia – 420h

Condições para abertura de turma:

– Aulas em um final de semana por mês a cada 45 dias, tempo de duração de 10 a 14 meses + 6 meses do artigo
– Primeira aula iniciada em Outubro, Novembro ou Dezembro.
– Na abertura de mais de um dos Cursos descritos as disciplinas em comuns serão oferecidas em uma única aula.
– Grade no formato de 8 finais de semana (sábado e domingo).
– Mais de 50% de professores regionais, incluindo professores da própria cidade em que acontecerão as aulas.
– Mínimo de 25 alunos por turma, a primeira aula será marcada apenas com 15 contratos no sistema.
– Data limite de 30 de Novembro/15 para matrícula, data em que encerra esta campanha.

Alexitimia: É como uma “cegueira emocional”

Na década de 60 os psiquiatras perceberam que muitos pacientes psicossomáticos mostravam grande dificuldade para falar sobre suas emoções e sentimentos. A partir de então, criou-se a palavra Alexithymia para caracterizar esse comportamento. A partícula A tem um sentido de negação, de “falta ou ausência”; lex, significa “palavra”; e thymos é “emoção ou sentimento”.
A Alexitimia é uma perturbação que afeta o processamento emocional, da qual resulta na incapacidade de expressar adequadamente as emoções e sentimentos através da linguagem. Ou seja, um padrão comportamental semelhante a não assertividade, Suas principais características são:
• Dificuldade em identificar e descrever sentimentos;
• Processos imaginativos, espontâneos e de improvisação limitados;
• Dificuldade em falar sobre as sensações sentidas no corpo;
• Estilo cognitivo excessivamente concreto e operacional;
• Baixa auto estima na maioria dos comportamentos
Ainda não há consenso sobre as causas da Alexitimia. Existem teorias que a associam a algum trauma cerebral, a defeitos na formação neurológica, a influências socioculturais, dentre outras. Todavia, as intervenções clínicas têm mostrado que as influências socioculturais constituem-se na principal causa, pois nelas têm origens os traumas ocorridos durante a formação infanto-juvenil, ou mesmo em outras fases da vida.
Mesmo que alguma causa orgânica possa contribuir para a Alexitimia, a perspectiva da maioria dos autores dessa área é a de que esse transtorno seja desenvolvido; isto é, ele surge a partir e durante as interações da pessoa com o ambiente, principalmente no seu período de formação cognitiva e desenvolvimento de habilidades sociais. Segundo essa proposta, a pessoa não tem um problema anatômico ou de arquitetura cerebral, mas sim uma habilidade
comportamental não aprendida ou bloqueada por algum acontecimento traumático ou sucessões de acontecimentos onde a pessoa sente dificuldade para expressar-se.
Embora a Alexitimia seja um padrão clínico já testado, ela não constitui uma doença, mas sim um aspecto clínico associado a algum transtorno psicológico ou dificuldade comportamental. As pessoas que sofrem com a Alexitimia devem buscar tratamento para superar, todas as dificuldades enfrentadas, principalmente, em relação aos prejuízos cognitivos, afetivos e sociais, duplamente associados a alguma condição psicopatológica e pelos danos à vida relacional do indivíduo, decorrentes da falta ou dificuldade para expressar suas emoções.
Na psicoterapia comportamental você aprenderá e desenvolverá uma série de recursos para superar a Alexitimia. Um dos principais recursos utilizados nos consultórios de psicologia para resolver os problemas ocasionados e relacionados a Alexitimia é o treino em ASSERTIVIDADE, uma habilidade que torna as pessoas mais preparadas para lidar com as dificuldades em expressar sentimentos e emoções. Ser assertivo requer compreensão dos problemas e contextos, treino para tomar decisões mais adequadas e experimentações estrategicamente planejadas até atingir o nível da espontaneidade.

Conviver com a Alexitimia traz muitas limitações, por isso, desde já, deixo aqui quatro dicas para você já ir treinando:
• Procure falar o que sente sem agredir ou diminuir a outra pessoa;
• Habitue-se a formar frases que comecem por: “quero…”, “gosto…”, “não gosto…”, “sinto-me…”, etc.
• Não deixe passar situações confusas sem o devido esclarecimento;
• A prática orientada ajuda a ampliar cada vez mais o repertório.
História do uso do termo alexitimia
A palavra alexitimia começou a ser utilizada dentro da psicologia a partir dos trabalhos de Peter Sifneos. Uma outra forma de dizer sobre o que é alexitimia é definindo o conceito como “ausência de palavras para as emoções”.
É importante salientar que a alexitimia não é considerada um transtorno mental. Trata-se de uma característica de personalidade que pode estar presente em certos tipos de transtorno – e, inclusive, ser uma vulnerabilidade para o seu desenvolvimento. Outro aspecto é que a incapacidade de falar sobre o “universo interno” também influi nos tratamentos psicoterápicos que se baseiam na comunicação entre o paciente e o terapeuta.
Características da Alexitimia
A Alexithymia é definida por:
• Dificuldade de identificar os sentimentos e distinguir entre estes e as sensações corporais;
• Dificuldade de descrever o que se sente para outras pessoas;
• Processos imaginais restritos, através da evidência da existência de poucas fantasias;
• Um estilo cognitivo ligado apenas a estímulos externos.
Alguns pesquisadores como o psicólogo Michael Bagby e o psiquiatra Graeme J. Taylor argumentam que a alexitimia deve ser relacionada com a capacidade de auto-observação do indivíduo (mindedness).
A auto-observação deve ser entendida como a habilidade de uma pessoa de observar e refletir sobre o seu mundo interno. Na medida em que a mindedness é o oposto da alexitimia, vamos ver as características da primeira para expandir o nosso conhecimento da segunda:
Características da Auto-observação (mindedness)
Capacidade de refletir um amplo espectro dos próprios sentimentos e experiências, incluindo variações sutis nas emoções. Se refere tanto ao presente como ao tempo mais remoto e inclui conceitos sobre si, valores e objetivos. Pode refletir as múltiplas relações entre sentimentos e experiências de acordo com o que é esperado pela idade.
Referências:
Elídio de Almeida – Psicólogo
Felipe de Souza – Psicólogo

Concurso Público – Prefeitura de Rio Pardo/RS

Com salários de R$ 848,65 a R$ 10.700,00, a Prefeitura de Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, abriu no dia 02/09/2015 as inscrições de Concurso Público.

São mais de 170 novas oportunidades destinadas a profissionais com diferentes níveis de escolaridades. Confira a descrição dos cargos abaixo:

Nível Fundamental Incompleto/ Completo:
Auxiliar Administrativo (14); Eletricista (1); Calceteiro (4); Mecânico (2); Operador Máquinas de Equipamentos Rodoviários (22); Vigia (10).

Nível Médio Completo:
Agente de Trânsito (4); Almoxarife (2); Atendente de EMEI (8); Fiscal de Saúde (1); Monitor de EMEI (17); Oficineiro de Artesanato (4); Auxiliar de Saúde Bucal (6); Técnico de Enfermagem (24); Técnico em Contabilidade (4); Técnico em Informática (1).

Nível Superior Completo:
Administrador Empresas – Especialista em Gestão de Pessoal (1); Advogado (1); Auditor de Controle Interno (1); Assistente Social (4); Cirurgião Dentista – ESF (4); Educador Social (5); Enfermeiro (10); Farmacêutico (1); Fisioterapeuta (2); Fonoaudiólogo (1); Inspetor de Obras (2); Auditor Tributário (4); Médico Auditor (1); Médico Autorizador (1); Médico Clínico – Geral (1); Nutricionista (1); Odontólogo (2); Professor – Ciências Físicas e Biológicas (2); Professor de Educação Especial – Deficiência Auditiva (1); Professor de Educação Especial – Transtornos Globais de Desenvolvimento (1); Psicólogo (1); Psiquiatra (2); Terapeuta Ocupacional (2); Médico-veterinário (1).
Deste total de funções, há vagas exclusivas para pessoas com necessidades especiais.

Os interessados devem se inscrever no período de 2 a 16 de setembro de 2015, pelo site www.fdrh.rs.gov.br. A taxa de participação, que custa entre R$ 80,00 e R$ 130,00, deve ser paga em qualquer agência após a impressão do boleto bancário.

É importante que os candidatos estejam preparados para as Provas Objetivas, Teste Prático e Prova de Títulos, que deverão fazer a classificação dos profissionais.

Este Concurso Público tem validade de dois anos, porém pode ser prorrogado. Em nosso site, você pode ter acesso ao edital com mais informações.
Veja mais: http://www.fdrh.rs.gov.br/

Selo SBNPp

Os cursos de Pós-Graduação em Neuropsicopedagogia do Grupo Educacional CENSUPEG são chancelados pela SBNPp – Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia. Os cursos chancelados levam o selo de SBNPp, quando você ver este selo tenha certeza de que o curso é de qualidade.
A SBNPp chancela instituições que estejam de acordo com o código de ética da sociedade. O selo-sbnpp é para manter o nível de profissionalismo dentro da Neuropsicopedagogia, certificando somente cursos de instituições que ofereçam a Neuropsicopedagogia primando pela qualidade do curso, com uma grade curricular alinhada com o código de ética e profissionais preparados e qualificados para divulgar os conhecimentos da Neuropsicopedagogia no Brasil.

10 coisas que você precisa saber sobre o desenho do seu filho.

Neste momento especial para a criança tem de tudo: diversão, estímulo ao desenvolvimento, criatividade e até autoconhecimento. Veja aqui como enriquecer ainda mais esse momento.
O lápis fica no meio da pequena mãozinha, procurando o equilíbrio. A ponta encosta o papel e – meio reto, meio torto – o risco sai. O autor esboça um sorriso, olha para o adulto, procura cumplicidade no grande feito. Imaginem a emoção que vive a criança em seus primeiros traços.
O que você precisa saber para este momento artístico comum a todas as crianças ser ainda melhor.

1 – Expressão e emoção.
A criança tem uma intensa elaboração mental enquanto desenha. É comum, enquanto o lápis risca o papel, ouvir as crianças narrando histórias que se passam com os personagens que traçam. É como o que acontece no brincar.

2 – Fases e estilos.
Por mais que, no geral, a criança comece pelos rabiscos por prazer e vá mudando o traço até chegar a formas mais “reais”, essas fases não são fixas. Ao longo da infância, as crianças podem ir e voltar várias vezes em determinados estilos, fazer um desenho característico de uma fase pela manhã e, à tarde, esboçar um desenho próprio de outra. E é por isso que não é adequado classificarmos os desenhos como “bom” ou “ruim”. O desenvolvimento da criança por meio do desenho não tem uma característica linear.

3 – Diferentes materiais.
Procure oferecer diferentes suportes e riscadores para seu filho. Papéis de diferentes texturas, cores e tamanhos, como lixa, papelão, papel canson, papel vegetal… Quanto maior a variedade, melhor. Entre os riscadores, varie os tipos de lápis, giz de cera e canetas. Cada material vai proporcionar um desenho diferente e, quanto maior a variedade, maiores as experiências das crianças.

4 – Espaço para desenhar.
Tenha em casa um cantinho onde seu filho possa desenhar, vale até ser no chão, caso ele prefira. Um caderno de desenho e um estojo com lápis apontados, gizes de cera e canetinhas devem sempre estar à mão. Se forem pincéis, tintas ou canetinhas, forre um pedaço do chão e deixe a criança à vontade.

5 – Um mundo novo.
Desenhar é um reflexo do descobrir. Além de abrir um enorme leque para a expressão e a fantasia, o desenho também contribui para a exploração do real, já que chama a atenção para os seres e objetos e desperta a atenção para formas, texturas, tamanho, cores, volumes e proporções.

6 – Observar e lembrar.
É comum as crianças desenharem de acordo com a lembrança que têm dos objetos – e não os observando. Procure ajudar seu filho a despertar para o olhar. Use o cotidiano. Chame a atenção dele para uma janela grande, para as cores da água do mar, até para o desenho no chão com as gotas de água saídas de um regador, por exemplo. Descubram juntos texturas, formatos de folhas e de nuvens…

7 – Pais não são os ‘grandes modelos’.
Resista ao desejo de mostrar como desenhar. Apesar de desenhar em família ser ótimo, cada um deve ter seu espaço e seu traço.

8 – Crie referências.
Visite museus, galeria de artes e onde tiver exposições que possam ser boas referências de arte para a criança, converse sobre o que for visto, o estilo do artista, compare. Livros infantis são também excelente estímulo – talvez o primeiro contato deles com uma obra de arte!

9 – Use fotografias.
Para o francês Henri-Cartier Bresson, a maior referência em fotografia no mundo, a foto é um meio de desenhar. Fotografias podem render ótimos exercícios. Em uma exposição, por exemplo, converse com a criança sobre as formas, como pessoas diferem de objetos, os ângulos. Outra atividade bacana é colocar uma folha de papel vegetal por cima de uma foto e, com um lápis, permitir que ela descubra as linhas principais e, quem sabe, a poesia que há nas grandes fotografias de todos os tempos (na internet há milhares de exemplos como sites de grandes fotógrafos ou temáticos).

10 – Não serve como avaliação psicológica.
Muita cautela para usar o desenho como uma avaliação de aspectos intelectuais ou emocionais da criança. Chega a ser perigoso dizer, por exemplo, que cores escuras no desenho denunciam crianças deprimidas, por exemplo. Apenas em consultórios de psicólogos, em meio a várias outras ferramentas, eles podem ser usados para avaliação dentro de um contexto mais amplo.

Fontes: Laïs Krücken Pereira, especialista em psicologia de desenvolvimento humano, Ana Paula Martinho, coordenadora da área de artes da escola Estilo de Aprender (SP), psicóloga Mônica Cintrão, Kika Almeida Mendes, tutora de Artes da Educação Infantil da Escola Viva.

Alfabetização e Neurociências

Estudos indicam que o método fônico é o mais eficiente e que qualquer criança pode ser alfabetizada em português em menos de um ano. Estas são  algumas das principais conclusões apresentadas pelo neurocientista francês Stanislas Dehaene.

“Embora desagrade a muitos, não se aprende a ler de cem maneiras diferentes. Cada criança é única, mas, quando se trata de alfabetização, todas têm basicamente o mesmo cérebro que impõe a mesma sequência de aprendizagem. Quanto mais respeitarmos sua lógica, mais rápida e eficaz será a alfabetização”, garante o neurocientista.

Dehaene frisa que é essencial ensinar explicitamente às crianças a relação entre fonemas (sons) e grafemas (letras) porque é dessa forma que elas ativam os circuitos decisivos para ler, ganhando velocidade e autonomia para lerem palavras novas, de forma muito mais rápida. “Meus filhos fizeram na escola muitos exercícios de observar a forma global das palavras, mas as imagens do cérebro mostram que isso não ativa os circuitos que importam para a leitura”.

Ele garante que a ineficácia do método global ou construtivista está provada não só em laboratório, mas em centenas de experimentos realizados em inúmeros países e que esses conhecimentos científicos vem reorientando as políticas públicas de vários governos. Dehaene admite que o construtivismo e o método global nasceram da ideia generosa de evitar o adestramento acrítico de fazer as crianças repetirem sílabas sem sentido, da preocupação com fazê-las prestar atenção no significado.

“O problema é que o cérebro precisa decodificar para ler, só consegue prestar atenção no significado quando a leitura ganha certa velocidade e que conseguimos isso muito mais rápido com o método fônico”. Dehaebe conta que, na França, testes que compararam crianças de mesmo nível socioeconômico no final da escolarização mostraram que os alunos que haviam sido alfabetizados pelo método global não só liam mais lentamente, como tinham mais dificuldade para compreender textos do que os que haviam aprendido pelo método grafo-fonológico.

Segundo o cientista, com a metodologia adequada, em português, uma criança leva poucos meses, no máximo um ano, para aprender a ler e escrever. No Brasil, como na maioria dos países, a alfabetização tem início aos seis anos, mas, a despeito das evidências científicas, o Ministério da Educação admite que se estenda até os oito, de acordo com  a nova portaria.

O cientista aponta as implicações destas descobertas para a prática em sala de aula. “A escola precisa ser organizada para a aprendizagem. Um ambiente atrativo facilita o processo da leitura. O docente tem que observar em que nível de progressão a criança se encontra e uma avaliação permanente, por parte do professor e a auto avaliação do aluno, são essenciais para esse processo”, afirma Dehaene.

Além do método fônico, ele destaca  a importância do ensino estruturado, que é feito uma sequencia que respeita a lógica de como o cérebro aprende, começando do simples para o complexo, ensinando uma letra de cada vez, começando pelas mais regulares na sua relação com os sons, as mais fáceis de serem pronunciados separadamente e pelas mais frequentes. Ele também destaca a importância dos erros e da recompensa, o reconhecimento pelos avanços. “Os erros são mais úteis para a aprendizagem do que os acertos, mas só se a criança receber logo o feedback da correção. Ela não deve ser castigada, mas deve ser corrigida e reconhecida, elogiada por seus avanços”.

Exercícios abundantes e diversificados adequados ao nível de progressos da criança são outros elementos da receita de sucesso de Dehaene. “Se não diversificarmos, as crianças memorizam os exercícios sem aprender a decodificação que lhes permitirá ler qualquer palavra”.

“A neurociência deve ir para a sala de aula”

O cientista condena o construtivismo como método de alfabetização e diz como os estudos com cérebro podem ajudar disléxicos a ler.

Uma das tarefas comuns da ciência é desvendar a complexidade por trás de atividades aparentemente simples. O matemático e neurocientista francês Stanislas Dehaene dedica-se a decifrar as mudanças cerebrais causadas pelo ato de ler. Para ele, a leitura moldou o cérebro humano e preparou-o para assimilar habilidades impossíveis de ser aprendidas por iletrados. Em seu livro Os neurônios da leitura (Editora Penso, R$ 71), ele afirma que o conhecimento do impacto da leitura no cérebro pode melhorar métodos de alfabetização para crianças e dá exemplos de como esse conhecimento tem auxiliado pessoas com dislexia. E mais: Dehaene diz que a pedagogia do construtivismo, altamente disseminada no Brasil, pode ser ineficaz para o ensino da leitura.

O que suas pesquisas sobre o impacto da leitura no cérebro revelaram?

Constatamos que nosso cérebro aprendeu a ler a partir de uma reciclagem dos neurônios. Isso quer dizer que neurônios usados na leitura antes eram empregados em outro tipo de tarefa. Nosso cérebro de primata não teve tempo de amadurecer para aprender a ler. A leitura só foi possível porque conseguimos adaptar os símbolos a formas já conhecidas há milhares de anos. Diferentemente do que disse John Locke, nossa cabeça não é uma página em branco pronta para aprender qualquer tipo de coisa. Esse é um exemplo de como a cultura se adaptou às possibilidades de nossa mente. Concluímos que a leitura despertou em nosso cérebro a capacidade de perceber diferenças sutis e aumentou nossa capacidade de memorizar informações. É interessante observar que o cérebro mobiliza a mesma área para a leitura de qualquer idioma. O processamento da leitura do chinês ou do hebraico, da direita para a esquerda, acontece na mesma região que decodifica o inglês, o francês e o português.

O senhor disse que a leitura usou uma parte do cérebro antes destinada a outras funções. Que funções eram essas e o que aconteceu com elas?

Antes de aprendermos a ler, usávamos essa parte do cérebro para reconhecer formas de objetos e de rostos. Se você escanear o cérebro de pessoas que não leem e comparar com as alfabetizadas, a identificação de rostos para as iletradas mobiliza uma parte maior do cérebro que a mesma função nas alfabetizadas. Existe certa competição de competências na mesma região do cérebro. É como se ele tivesse de abrir espaço para a leitura.

Isso quer dizer, nesse exemplo, que o cérebro letrado passou a usar um número menor de neurônios para a mesma função? Isso tem impacto na qualidade da função?

Não temos provas científicas de que ocorra perda de competência. Um mesmo neurônio pode ter um número desconhecido de sinapses, de acordo com o estímulo do ambiente. Mas essa é uma suposição lógica. Afinal, temos de dividir um mesmo número de neurônios em várias atividades. Nosso grupo de pesquisas na Amazônia mostrou que o cérebro de pessoas que não leem tem habilidades relacionadas à noção espacial e de matemática muito avançadas. Não temos dados científicos que provem que eles sejam melhores nessas tarefas porque não leem. Mas essa é uma possibilidade.

De que forma suas descobertas podem auxiliar no processo de educação?

Verificamos, por meio de várias experiências, que o método mais eficaz de alfabetização é o que cha-mamos fônico. Ele parte do ensino das letras e da correspondência fonética de cada uma delas. Nossos estudos mostraram que a criança alfabetizada por esse método aprende a ler de forma mais rápida e eficiente. Os métodos de ensino que seguem o conceito de educação global, por outro lado, mostraram-se ineficazes. (No método global, a criança deve, primeiro, aprender o significado da palavra e, numa próxima etapa, os símbolos que a compõem.)

Jogos simples de leitura, de rimas e de troca de sons podem ajudar crianças com dislexia a ler

No Brasil, o construtivismo, que segue as premissas do método global para a alfabetização, é amplamente disseminado. Por que os sistemas que seguem o método global são ineficazes?

Verificamos em pesquisa com pessoas de diferentes idiomas que o aprendizado da linguagem se dá a partir da identificação da letra e do som correspondente. No português, a criança aprende primeiro a combinação de consoantes e vogais. A próxima etapa é entender a combinação entre duas consoantes e uma vogal, como o “vra” de palavra. Essa composição de formas, do menor para o maior, é feita no lado esquerdo do cérebro. Quando se usam metodologias para a alfabetização que seguem o método global, no qual a criança primeiro aprende o sentido da palavra, sem necessariamente conhecer os símbolos, o lado direito é ativado. Mas a deco-dificação dos símbolos terá de chegar ao lado esquerdo para que a leitura seja concluída. É um processo mais demorado, que segue na via contrária ao funcionamento do cérebro. Num certo sentido, podemos dizer que esse método ensina o lado errado primeiro. As crianças que aprendem a ler processando primeiro o lado esquerdo do cérebro estabelecem relações imediatas entre letras e seus sons, leem com mais facilidade e entendem mais rapidamente o significado do que estão lendo. Crianças com dislexia que começam a treinar o lado esquerdo do cérebro têm muito mais chances de superar a dificuldade no aprendizado da leitura.

É possível quantificar esse atraso de leitura que o senhor menciona?

Quanto mais próxima for a correspondência da letra com o som, mais fácil para um indivíduo automatizar a ação de ler. Português e italiano são idiomas muito transparentes, pois cada letra corresponde a um som. Inglês e francês são línguas em que a correspondência de sons pode variar bastante. Pesquisas mostram que, ao ter aulas regulares, todos os dias, na escola, a criança leva dois anos a mais para dominar o inglês que para dominar o italiano.

É possível identificar diferenças no cérebro de quem consegue ler palavras e frases, mas tem dificuldade na interpretação de textos (no Brasil, eles são conhecidos como analfabetos funcionais) em relação a alguém que lê e interpreta o conteúdo com fluência?

Não identificamos isso em pesquisa de imagens. Mas a dificuldade que algumas pessoas têm de interpretar o que leem ocorre basicamente porque elas ainda não automatizaram a decodificação das palavras. Decodificar pede esforço para quem não tem essa função bem desenvolvida. Isso mobiliza completamente a atenção e os esforços de quem está lendo, a ponto de não conseguir se concentrar na mensagem. A solução para melhorar a interpretação de texto é automatizar a leitura. Por isso, é importante que crianças pequenas leiam de forma regular até que isso se torne uma rotina. As crianças começam a interpretar textos com eficiência depois que a leitura se torna um processo automatizado.

Aprender a ler partituras tem o mesmo efeito para o cérebro que ler palavras?

As áreas do cérebro usadas para ler letras não são exatamente as mesmas usadas para decodificar música. Não há muitos estudos sobre a parte cerebral usada no aprendizado de música. Mas há diversas pesquisas sobre o efeito da música na vida das crianças. Crianças que aprendem música desenvolvem habilidades escolares avançadas, especialmente no domínio da leitura. Elas têm mais facilidade para se concentrar. Aprender música aumenta os níveis de inteligência (Q.I.). Aprender música é uma forma excelente de desenvolver o cérebro, especialmente o de crianças.

Pessoas com dislexia leem de forma diferente ou apenas mais devagar?

Pessoas com dislexia tendem a ter problemas com a conexão entre letra e som. É muito difícil para elas entender essa ligação. Em parte, porque não podem distinguir muito bem as diferenças dos sons da língua. Elas têm problemas com fonologia. Não com o som de letras como a, b, c e d. Mas com o som da linguagem, como dã, bã e pã. Há diferentes tipos de dislexia. Há pessoas que têm dificuldade em enxergar as letras em determinados lugares da palavra ou em visualizar símbolos específicos. O que os disléxicos têm em comum é a dificuldade em criar o mapa dos símbolos e dos sons.

Sua pesquisa pode ajudá-los de alguma forma?

Antes não era óbvio que a maioria dos disléxicos tinha problemas com os sons da linguagem. Agora que sabemos disso, começamos a trabalhar com jogos de reabilitação com ótimos resultados. É possível ajudar as crianças com dislexia com jogos de leitura, de rimas ou brincadeiras de mudar sílabas. Pode-se brincar de trocar o som de “bra” de Brasil por “dra” ou “pra”. Vimos que brincadeiras orais fáceis têm facilitado o aprendizado.

Que resultados esse tipo de exercício já produziu?

Constatamos com exames de imagem que partes do cérebro não usadas em pessoas com dislexia passam a ser exercitadas com esse tipo de atividade. Isso as ajuda a perceber os sons da linguagem, o que é muito importante para o aprendizado da leitura. Para surtir resultados, é importante aplicar esses jogos todos os dias, de forma intensiva.

Se o cérebro dos disléxicos é organizado de forma diferente, isso sugere que eles possam ter outras habilidades que alguém sem a dislexia não tem?

Essa é uma questão interessante. Assim como há a possibilidade de perdermos algumas habilidades quando aprendemos a ler, existe a possibilidade de o cérebro disléxico ter facilidade com algumas áreas. Ainda faltam pesquisas para podermos constatar isso. Mas estudos sugerem que o senso de simetria do disléxico pode ser mais desenvolvido, e isso ajuda em matemática. Sabemos que há muitos disléxicos que podem ser bons em matemática. Estudos sugerem que eles podem enxergar padrões sofisticados com mais facilidade.

Pode haver gênios em matemática que não sabem ler?

Isso é algo muito, muito raro. Pode haver pessoas iletradas muito boas em cálculos. Mas elas não serão gênios em matemática sem ler. Para avançar em matemática, a pessoa precisa entender diferenças sutis num nível muito sofisticado. É justamente a percepção dessas diferenças sutis que a leitura ativa no cérebro. Ler é uma habilidade extraordinária que pode transformar o cérebro e prepará-lo para outros níveis de aprendizado. Não dá para ir muito longe sem leitura.

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Fonte:

http://revistaepoca.globo.com
http://www.sed.sc.gov.br